Quem é Eurico Teles, o novo Presidente da Oi

Eurico Teles. Talvez esse nome seja desconhecido para a maioria das pessoas. Mas para aqueles que vivem conectados e têm, de certa forma, alguma relação com as telefonias no país, certamente saberão que esse nome trata-se do nome do novo presidente da Oi.

Eurico de Jesus Teles Neto foi eleito diretor-presidente do grupo de telecomunicações Oi no último dia 27. Eurico Teles já havia assumido, de forma interina, o comanda das ações da empresa, mas desde segunda-feira, 27/11/2017, passou a ser oficialmente, o responsável pelas diretrizes da empresa.

Ele vai ocupar o cargo acumulando com a sua função antiga na empresa, de diretor jurídico.

Quem é Eurico Teles?

Eurico Teles é formado em Ciências Econômicas pela Universidade Católica de Salvador, tendo feito também Bacharel em Direito na mesma faculdade. Após a sua formação, se tornou Gerente da Divisão de Autofinanciamento e Acionista da Telebahia, e, após ter o reconhecimento pelo seu trabalho, foi elevado ao cargo de Gerente de Departamento de Receita.

Não contente e sempre disposto a obter mais conhecimentos, se tornou Chefe de Gabinete na Companhia de Engenharia Rural da Bahia, cargo que ocupou por três anos, até retornar à Telebahia, diretamente para o cargo de Gerente de Assessoria Jurídica.

Em 2000, resolveu fazer o Mestrado em Direito, Direito do Trabalho e Legislação Social na Faculdade Estácio de Sá.

Após finalizar o Mestrado, foi contratado pela Oi para assumir o cargo de Gerente Nacional de Contratos Cível, Trabalhista e Consumidor, cargo que ficou durante três anos, após se destacar e ter o seu nome elevado ao cargo de Diretor Jurídico, onde dirigia até o último dia 27, quando foi eleito por unanimidade para o cargo do Diretor-Presidente da Oi.

Atuando na área jurídica desde 1983, foi, ao longo dos anos, acumulando experiências e vivências que o levaram a ocupar o cargo mais alto de uma das empresas mais importantes do Brasil e a primeira em telefonia no país. Além de fazer parte da empresa Oi desde 1981, é membro do Instituto dos Advogados do Brasil (IAB) e Procurador do Tribunal de Justiça Desportiva.

Por que ele aceitou ser presidente de uma empresa que está em recuperação judicial?

Com toa da a bagagem que adquiriu ao longo dos anos, Eurico Teles é mais do que capaz em recolocar a Oi no seu rumo. Por mais que a empresa tenha afundado numa crise sem fim, a nomeação de Eurico Teles para diretor-presidente mostra que a Oi quer voltar a ser reconhecida como uma empresa que assume os seus compromissos, e mantém a sua credibilidade. Extremamente capaz de reverter situações de crises, Eurico entrou no olho do furacão e, com um pequeno ventilador de mão, já começa a dissipar a ventania, reorganizando a casa e mostrando os caminhos que deverão ser traçados para que a Oi consiga respirar de forma livre e não fique com a corda no pescoço. O fato de ter sido eleito, de forma unânime, por todas as diretorias, mostra que a hora de Eurico Teles chegou e que seu trabalho dará frutos.

Robson de Andrade: O futuro da produção industrial

A tecnologia vem avançando todos os dias e dezenas de inovações são criadas no mundo e no Brasil. Estimular essa área de pesquisa é essencial para o crescimento da indústria brasileira e garantir competitividade a ela frente as empresas internacionais. A ideia é incorporar, em larga escala, a tecnologia ao setor industrial do nosso país.

Assim, vários recursos tecnológicos podem ser incorporados, desde a internet em si, ajudando na programação e controle de tarefas, até outros como big data, inteligência artificial, impressão 3D, manufatura híbrida, robótica avançada e computação na nuvem. Isso é o que se chama de indústria 4.0.

O que é indústria 4.0?

Você já deve ter ouvido falar sobre a tecnologia no setor industrial, mas provavelmente não sabia que isso tinha o nome: é chamado de indústria 4.0. Também conhecida como manufatura avançada, a indústria 4.0 diz respeito à incorporação, ou seja, a fusão do mundo real com o virtual.

Isso já acontece bastante nos setores mais superiores da empresa. A ideia agora é também adicionar essa tecnologia ao chão de fábrica permitindo assim a possibilidade dos clientes e dos gestores da indústria terem, em tempo real, os números da produção. Essa tecnologia também permite a automação, ou seja, interromper o iniciar o maquinário de forma automática, por exemplo.

A indústria 4.0 no mundo e no Brasil

As grandes potências mundiais já investem um grande capital para modernizar suas indústrias e tornar os produtos mais baratos e assim, mais competitivos no mercado. Isso porque a tecnologia tem como uma das vantagens reduzir o custo de mão de obra para as indústrias e assim, o consumidor passa a ter um custo de vida menor.

Isso já ocorre em diversos países como Alemanha, Estados Unidos e China que visa como principal objetivo ser reconhecida como um país altamente industrializado.

Para que o Brasil também possa colocar no mercado produtos finais com preços tão competitivos, é necessário realizar essa transição para a indústria 4.0. Robson de Andrade presidente da CNI, já vem falando sobre o assunto e no ano de 2016 teve como um de seus objetivos chamar a atenção das empresas nacionais para essa mudança tão necessária.

Iniciativas promovidas pela CNI

A primeira dessas iniciativas começou por meio de uma pesquisa que mostra o ainda baixo investimento em tecnologias digitais na indústria brasileira. Além disso, ainda há um profundo desconhecimento sobre o assunto, não apenas pelo setor privado como também pelo governo.

A segunda iniciativa também se baseou em pesquisas. Dessa vez, foi realizado um mapeamento no nosso país sobre os desafios que são enfrentados pelas indústrias nacionais para implementar essa mudança digital. O primeiro passo para que esses desafios sejam removidos é mostrar a importância dessa transição para a indústria 4.0.

Há dois pontos importantes e mais urgentes a serem discutidos. O primeiro ponto é o fato de que empresas que ofereçam essas tecnologias precisem ser instaladas no nosso país. Assim fica mais fácil para as indústrias se modernizarem e também geraria mais empregos.

O segundo ponto é quanto às regras para a implantação dessa tecnologia. Por exemplo, é necessário criar leis sobre a proteção dos dados na internet, a cibersegurança, as relações trabalhistas envolvendo homem e máquina e também a inserção de um novo tipo de profissional no mercado de trabalho.

Não existem empresários que querem se aproveitar de trabalho barato, diz Robson de Andrade CNI

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, comentou em uma entrevista no início de julho que mudanças na legislação trabalhista precisam ser feitas. É uma forma de adequá-la ao novo panorama que o mercado do século 21 exige.

Para isso citou como exemplo a França, um dos países mais desenvolvidos do mundo e que alterou a sua legislação para que a jornada de trabalho semanal pudesse ser de até 60 horas e a diária de 12. Essa possibilidade só ocorre em casos excepcionais e a legislação do país também ajuda a flexibilizar a acordos de trabalho.

A entrevista dada por Robson de Andrade foi o bastante para que a atualização da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) começasse a ser pensada para que ocorram melhorias para a economia e, consequentemente para os trabalhadores.

Mudanças precisam ser feitas

O presidente da CNI visa, na verdade, apenas que ocorra uma flexibilidade nos acordos entre empresas e sindicatos que não necessariamente tenham a ver com aumento ou redução da carga horária de trabalho. Isso melhoraria as relações de trabalho, mas, segundo Andrade, há um entrave por conta do “corporativismo das centrais sindicais” e centrais sindicais não geram empregos.

Para ele, essa visão de que os empresários exploram dos trabalhadores e que querem pagar um salário baixo é atrasada. As empresas entendem hoje que remunerar bem o funcionário aumenta a produtividade, a motivação e o interesse em ser melhor naquilo que faz.

Por que a flexibilidade é um bom caminho

Nesse momento de crise financeira do país e de números alarmantes de desemprego, precisamos pensar em como criá-los. Quando uma legislação dificulta esse panorama, as empresas pensam se vale realmente a pena investir o capital em um país com tanta burocracia trabalhista e acabam instalando suas fábricas e empresas em outro local. Uma mudança na legislação mudaria isso e o Brasil passaria a oferecer mais vagas para sua população.

Atualmente, os trabalhadores são mais instruídos e devidamente capacitados para negociar com as empresas sobre o serviço a ser prestado. Isso já acontece em muitos países e essa flexibilidade acaba gerando mais empregos. Se o Brasil continuar com a rigidez de anos, as empresas daqui deixam de ser competitivas para o mercado lá fora.

Exemplos bem claros disso são países como França e Espanha que se viram obrigados a mudar a forma rígida de sua legislação trabalhista para se tornarem mais competitivos dentro do bloco europeu. Muitas empresas estão preferindo países como Bulgária e Polônia por oferecerem maior flexibilidade nessa relação trabalhista e assim, gerando mais empregos e riquezas nesses locais.

Mudanças na carga horária do trabalhador

Segundo Robson Braga de Andrade, essa carga horária precisa ser flexibilizada porque existem empresas no país que trabalham 44 semanais e outras que trabalham menos. É preciso adaptar os acordos de forma que tanto a empresa quanto o trabalhador saiam ganhando. O problema é que a legislação não respeita esses acordos por mais vantajosos que eles sejam.

Um exemplo muito claro de como essa flexibilidade pode ajudar é no caso de trabalhadores que são contratados para atuar em outro estado. Ele não pretende morar lá, apenas quer trabalhar, ganhar o dinheiro e voltar para casa o mais rápido possível. Se houvesse maior flexibilidade na carga horária, o trabalho poderia ser terminado em menos tempo e de acordo com a disponibilidade do trabalhador.

 

 

 

Ganhar na Loteria – O Livro Negro da Loteria

Você gostaria de se tornar milionário de um dia para a noite? Já jogou na loteria pensando justamente o que faria se ganhasse uma bolada? Então, este artigo é para você.

Você já ouviu falar do livro negro da loteria? Este livro irá ajudar você a conseguir alcançar seus sonhos por meio de jogos na loteria. Com as técnicas informadas no livro, você não vai ganhar somente uma vez, mas várias.

O que é o Livro Negro da Loteria?

O Livro Negro da Loteria é um guia, por muitos é considerado um manual, que foi projetado por Matheus B após anos de estudo, que teve como finalidade, descobrir como ganhar na loteria.

Este livro contém a fórmula mágica para que você também se torne um dos ganhadores da loteria, podendo inclusive, ganhar o prêmio máximo.

Este livro traz o passo a passo a ser seguido para a obtenção de êxito e fazer com que você possa realizar todos os seus sonhos e o melhor de tudo, estará ganhando facilmente dinheiro de forma lícita. Não é maravilhoso?

Como surgiu a ideia de fazer o Livro Negro da Loteria?

Matheus B. tinha um emprego, porém o que recebia, não era possível proporcionar o conforto que desejava para sua família e constantemente, ele fazia apostas na loteria com o pensamento de um dia ser um dos sortudos, porém isso nunca acontecia e ele, como um especialista em estatística, resolveu de uma vez por todas, conseguir decifrar o segredo para ganhar na loteria.

A pergunta que você deve estar se fazendo agora é: Como ele descobriu a fórmula mágica para ganhar na loteria? Pois bem, não foi fácil conseguir chegar a esta descoberta.

Ele analisou por anos os vários ganhadores do prêmio máximo, entrevistando o máximo que podia, até que percebeu que cada um utilizava uma fórmula diferente. Matheus B. como um grande estudioso de estatística, analisou todos os detalhes, chegando a um elemento comum e ao fazer os testes, conseguiu ganhar a primeira vez, depois a segunda e mais vezes.

E por que ele quer passar estas dicas para outras pessoas?

Por que ela sabe muito bem como é querer propiciar conforto para a família e não ter condições, mesmo trabalhando de forma árdua. Além disso, ele quer permitir que todos tenham a mesma sensação que ele teve, ao ganhar de forma lícita uma boa quantidade de dinheiro e com isso, poder realizar seus sonhos e de sua família.

Qual é a fórmula mágica?

Na verdade, é necessário que você siga exatamente o disposto nas três etapas.

1ª etapa – Você tem que escolher qual loteria que você pretende jogar e poderá apostar somente nela, pois caso contrário, não conseguirá êxito.

2ª etapa – Você terá que aprender a fórmula mestre e com isso realizar os cálculos para encontrar os números que serão os sorteados.

3ª etapa – Fazer as etapas anteriores de nada adiantaria se você não comprar o bilhete. Então a terceira etapa é justamente esta, fazer o jogo.

Por reformas, CNI e CNT defendem permanência de Meirelles

Com a atual crise política, existe uma possibilidade da agenda de reformas ser danificada. Para evitar que isso ocorra, líderes de importantes setores da economia defendem a continuidade de votações no Congresso e o mantimento da atual equipe do setor. Isso porque, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), a saída da recessão não pode ser dificultada pela crise política.

Para Robson Andrade, presidente da CNI, o Congresso deve prosseguir fazendo as votações das medidas econômicas que já foram pautas. O país não pode parar, e medidas como as reformas política e trabalhista, e a convalidação de estímulos tributários para combater a “guerra fiscal” dos Estados; por exemplo, necessitam apenas de maioria simples nos votos.

O presidente da CNI ainda apoia o trabalho de ajuste de contas feito pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

É importante pontuar que não só o trabalho do ministro vem sido elogiado e defendido. O presidente da CNT, Clésio Andrade, por sua vez defende o presidente Michel Temer e a sua aptidão de permanecer no cargo, afinal, quaisquer interrupção do atual governo pode acarretar o programa de concessões da infraestrutura, que se faz extremamente necessário no país.

Entenda o projeto que dá sobrevida à guerra fiscal entre Estados

O projeto aprovado determina que seja estendido por 15 anos, boa parte dos incentivos fiscais outorgados por Estados para atrair corporações.

Esta medida legaliza alguns benefícios outorgados ilegalmente, frequentemente tratados como “guerra fiscal”. O projeto possibilita aos Estados a manutenção intacta por até 15 anos da diminuição de impostos concedidos para atrair indústrias e companhias de agropecuária e infraestrutura rodoviária, ferroviária, aquaviária, aeroportuária, portuária e transporte urbano.  Já nos demais setores, haverá uma redução gradual e a extinção do benefício em um menor tempo.

É importante ressaltar que, o projeto decide ainda que os Estados que conferirem novos incentivos sem o cumprimento das regras, sofrerão sanções, como por exemplo, a suspensão do repasse de verbas a que possui direito na separação do bolo tributário.

Reforma Trabalhista: O que será mudado?

A reforma trabalhista conta com diversas alterações, que vão desde mudanças como a prevalência da negociação entre contratantes e funcionários sobre o legislado nos acordos trabalhistas.

Uma pauta que gerou bastante polêmica e até mesmo preocupação por parte da população brasileira, é preciso enfatizar que a reforma trabalhista não visa acabar com os direitos do trabalhador, pelo contrário.

O principal objetivo está em estabelecer melhorias em determinados pontos, privilegiando também as negociações diretas entre patrões e funcionários. Isso significa que estas mudanças são de interesse mútuo, diferente do que muito tem se falado erroneamente.

Algumas das propostas são: A criação da figura do autônomo exclusivo. Ou seja, o indivíduo atuante como autônomo poderá prestar seus serviços para um único empregador de modo contínuo, mas sem uma afirmação de vínculo.

Podemos citar também sobre a questão da contribuição sindical. Hoje, ela é descontada obrigatoriamente da folha de pagamento do funcionário, sejam eles sindicalizados ou não. Com a proposta, a contribuição passa a ser facultativa. Em outras palavras: Paga quem quer.

Indústria critica aumento de imposto sobre combustíveis, Robson Andrade CNI

Entidades empresarias como a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e a Federação das Indústrias do Estado do rio de Janeiro (Firjan) reprovaram o crescimento das porcentagens do PIS/Cofins para combustíveis como o diesel, etanol e gasolina.

O acréscimo será para as refinarias e importadores e, no caso específico do etanol, para produtores e distribuidores, e será passado aos postos de combustíveis. Todavia, caberá aos donos dos postos a decisão de repassar toda a alta para as bombas, ou seja, para os consumidores.

De acordo com a Firjan, a solução para reverter a crise fiscal não está em aumentar o preço dos impostos e sim adequar os gastos públicos, especialmente através de reformas. Para Robson de Andrade, Presidente da CNI, o crescimento da tributação viria a gerar dificuldades no cenário industrial, sendo preciso então, o desenvolvimento de um texto para tributações no Brasil.

“O País precisa de reformas, e não de mais impostos. Além de um teto para os gastos, o Brasil necessita de um teto para os impostos. Não é o momento de onerar o custo do transporte e da produção para as indústrias, que tentam sobreviver à pior recessão da história”, justifica a nota da Firjan.

Além disso, a Federação defende a medida de contribuição para o fechamento de mais companhias. Isso significa que, na prática, representaria novos acréscimos de impostos, podendo resultar em quedas, e não na elevação da arrecadação, simplesmente pela razão do próprio fisco estar expulsando os colaboradores da base de arrecadação tributária.

Já no Estado de São Paulo, o Impostômetro chegou a anunciar o marco de R$ 1,2 trilhão. De acordo com a Associação Comercial de São Paulo, (o ACSP), o apontamento será realizado com 20 dias de antecedência ao do ano anterior, quando o valor foi batido apenas em agosto.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, acredita que a elevação de mais um imposto irá sufocar a sociedade. Além do mais, o aumento do imposto sobre combustíveis não irá solucionar a crise.

Na verdade, ela remete ao contrário. A crise viria a se agravar bem no instante em que a atividade econômica dá seus primeiros sinais de uma retomada, sobre os impactos positivos na arrecadação de junho.

Skaf afirma que o caminho certo para driblar a crise é eliminando os gastos, aumentar a eficácia e diminuir o desperdício.

Já o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que também não é a favor do aumento do imposto, declarou: “Aumento sobre combustível sempre tem impacto no transporte e onera todas as cadeias produtivas. O ideal sempre é cortar gastos para poder evitar aumento de impostos, porque sempre que você está aumentando impostos, está reduzindo desenvolvimento e atividade econômica”,

Para ele, este crescimento tributário sobre os combustíveis, principalmente o diesel, traz um impacto na cadeia produtiva. Portanto, o ideal é o corte de dados, para que assim as metas fiscais sejam atingidas.

Segundo a equipe econômica, esta elevação dos tributos sobre os combustíveis irá resultar, durante o resto do ano, uma receita extra de R$ 10,4 bilhões.

Como começar um e-commerce passo a passo

Com o país em crise, a maioria das pessoas está cada vez mais em busca de novas oportunidades, onde eles possam ter a sua própria empresa e garantir uma vida com mais tranquilidade, inclusive financeira.
Ter um negócio próprio, apesar de ser o sonho de muitas pessoas, não é uma tarefa fácil e simples, pelo contrário, isso exige muito mais trabalho e dedicação, já que o negócio estará iniciando e precisará ocupar o seu lugar no mercado, e o mesmo acontece com o e-commerce.

Algumas pessoas acreditam que começar um e-commerce é muito mais simples do que abrir uma loja física, e que o sucesso já estará garantido, mas a realidade é muito diferente. Começar um e-commerce exige muito trabalho, estudo e pesquisa, principalmente se você pretende ter um negócio de sucesso.

Aprenda a começar um e-commerce

  • Existem alguns pontos que são cruciais para quem deseja ter uma loja virtual e não saber ao certo por onde começar.
    Montar um e-commerce não é apenas definir um layout para o site, isso não é nem ao menos a parte mais importante. Se você quer montar um e-commerce, esqueça o site e o layout por enquanto, foque a sua energia em outras atividades que são mais importantes;
  • A primeira coisa a ser levada em consideração é o tipo de negócio que você pretende ter. Você deve definir o tipo de produto que você irá comercializar e pesquisar a respeito dele antes de fazer a sai escolha definitiva. Esqueça a ideia de trabalhar com diversos nichos diferentes, segundo pesquisar realizadas, a maioria das lojas virtuais que fazem sucesso são aquelas que têm um nicho definido;
  • Quando você já tiver em mente o que você pretende vender, é necessário que você estude um pouco a respeito do seu público alvo e de quem serão os seus clientes. Esse passo será fundamental para que você possa montar uma estratégia de marketing que irá apresentar bons resultados;
  • Você deverá procurar a prefeitura da sua cidade e verificar quais os critérios que você deverá seguir para montar o seu e-commerce;
  • Defina uma estratégia de marketing logo no início e vá adaptando conforme a sua necessidade. Esse é o ponto fundamental para que a sua loja virtual apareça e para que os clientes saibam que ela existe;
    Você precisa pesquisar a respeito das formas de pagamento que você irá aceitar, assim como o frete que será utilizado. Muitos produtos podem ser entregues pelos correios, mas é importante que você já tenha em mente uma alternativa, caso seja necessário;
  • Defina o que você quer no layout do seu e-commerce. Existem empresas que realizam esse serviço para você, mas caso você mesmo queira fazer, é importante que o layout da sua loja virtual seja simples e que o cliente tenha sempre muita facilidade para pesquisar os produtos e fazer a sua compra. Você pode ter um site completo, mas isso não precisa ser necessariamente complexo e difícil de ser utilizado pelos seus clientes.