Segundo CNI, economia brasileira crescerá 2,6% em 2018

Em estudo divulgado recentemente, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve aumentar 2,6% em 2018, enquanto o PIB industrial deve ter alta de 3% no mesmo período. Na publicação “Informe Conjuntural”, a CNI conclui que a “economia brasileira saiu da recessão mais profunda de sua história”.

Para o presidente da CNI, Robson de Andrade, embora os resultados sejam significativos diante do cenário econômico que o Brasil estava enfrentando, ainda é necessário investimento para que o crescimento da economia ganhe sustentação. “É fundamental criar as condições para a reativação do investimento privado, o que exige o aprofundamento das reformas estruturas voltadas para a melhoria do ambiente e negócios e para a competitividade das empresas”, afirma Robson Braga de Andrade.

No mesmo estudo, a CNI ainda indica que a economia brasileira deve crescer 1,1% em 2017, com uma expansão de 0,2% no ano.   

Para o presidente da CNI, reformas como a tributária e da previdência são essenciais para que o empresariado retome a confiança e volte a investir e contratar. “O futuro do Brasil depende da reforma da previdência”, destaca Robson Braga de Andrade.

Relatório prevê crescimento moderado em 2018

Ainda segundo o Informe Conjuntural, o ritmo de crescimento da economia será moderado em 2018, com melhora gradual do emprego, cuja taxa média anual de desemprego, medida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) deve cair para 11,8%, e aumento da renda em um cenário de inflação baixa, que deve fechar o ano em 4,4%, e juros reduzidos, previsão de 6,75% ao ano ao fim de 2018. Além disso, o saldo da balança comercial deve alcançar US$ 54 bilhões, com exportações de US$ 228 bilhões e importações de US$ 174 milhões.

O relatório também estima que a economia será influenciada pelas eleições de 2018. “A consolidação de uma candidatura comprometida com a continuidade e aprofundamento das reformas deverá intensificar o processo de recuperação e pavimentar um novo ciclo de crescimento com base na expansão do investimento”, ressalta a CNI no relatório.

Além das previsões para 2018, o estudo da Confederação Nacional da Indústria também faz uma avaliação sobre o desempenho do país dez anos após a crise financeira mundial que eclodiu com a falência do sistema de hipotecas subprime dos Estados Unidos em 2007.

Conforme o estudo, “o Brasil até saiu na frente na busca pela reabilitação econômica, mas lhe faltou combustível para sustentar o ritmo de aceleração. Com isso, o país acabou crescendo menos do que a média mundial”.

Entre 2010 e 2016, após o momento mais agudo da crise, o PIB mundial cresceu em média 3,8% ao ano, segundo dados do FMI (Fundo Monetário Internacional). Neste período, os países desenvolvidos cresceram 1,9% ao ano, enquanto os países em desenvolvimento alcançaram crescimento de 5,4% ao ano. Já o Brasil, no mesmo período, teve crescimento médio de 1,4% ao ano.

No período de 2014 a 2018, a economia mundial deverá crescer 3,5% ao ano, enquanto a economia brasileira terá queda média de 0,9% ao ano. Esse resultado deixa o país em 183º lugar no ranking das 190 economias avaliadas pelo FMI.

Eurico Teles é o novo Presidente interino da Oi

O novo presidente interino da Oi é Eurico de Jesus Teles Neto, que assumiu após atuar na diretoria jurídica da operadora. Teles é graduado em Ciências Econômicas e Direito pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL) e pós-graduado em Direito do Trabalho pela Universidade Estácio de Sá (UNESA).

Ele atua como executivo do setor há mais de 30 anos, tendo iniciado seu trabalho no segmento em 1981. Em sua carreira ele atuou em empresas que passaram parte do grupo Oi quando houve a fusão entre a Oi e a BrT. Por isso, traz para o cargo a experiência adquirida em todas as fases do setor nesses anos.

Carreira e experiência

Em 81, sua carreira começou na Divisão de Títulos e Valores Mobiliários da Telebahia, que pertencia ao sistema Telebrás. Esse braço foi vendido para a Tele Norte Leste, que viria a ser a Telemar. Quando essa empresa se fundiu com a Oi em 2002, Eurico Teles assumiu o cargo de diretor jurídico.

Teles continua a responder pela diretoria jurídica. A empresa destacou o trabalho realizado pelo presidente anterior, Marco Schroeder: “A Companhia expressa o mais profundo agradecimento ao Sr. Marco Norci Schroeder pela sua integral dedicação durante todos os anos em que participou do seu quadro de colaboradores e durante seu mandato como Diretor Presidente, reconhecendo as contribuições e resultados significativos atingidos ao longo da sua gestão, em particular na condução do processo de recuperação judicial da Companhia”, diz o comunicado.

Recuperação beneficiará mercado de telecomunicações

A empresa passa no momento por uma recuperação judicial, recentemente homologada pela justiça do Rio de Janeiro. A recuperação judicial tem grande importância no contexto econômico atual, graças ao porte do conglomerado empresarial, que têm relevância inegável na economia brasileira. Com mais de 70 milhões de usuários de seus serviços e produtos, o grupo Oi emprega 140 mil pessoas.

Além disso o grupo Oi é responsável por um sistema de telecomunicações que viabiliza atividades que são fundamentais no país, como as eleições. Cerca de 3 mil municípios tem a rede de telefonia da Oi como exclusiva. Com a recuperação jurídica aprovada, um novo patamar de investimentos em tecnologia, atendimento e serviços será estabelecido, o que promete melhorar a já alta qualidade dos serviços oferecidos.

Com a continuidade do crescimento, a empresa tem como focos a expansão da fibra ótica e da cobertura 4G. Também vai investir em digitalização de processos internos, visando o aprimoramento do atendimento aos consumidores, pequenos ou grandes.

O plano de recuperação prevê um aumento de investimento anual na casa dos R$ 2 bilhões – de R$ 5 bilhões para R$ 7 bilhões. Eurico Teles destacou em entrevista sobre a recuperação judicial que “a recuperação judicial incorpora o espírito de entendimento e de negociação pacificada”, que fazem parte do espírito de gestão do Brasil.

Segundo ele, o objetivo da proposta homologada é a conciliação de interesses dos credores, buscando um consenso que seja funcional e satisfatório.  

Presidente da CNI, Robson Andrade, defende a adesão do Brasil à OCDE

O presidente na Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo ele, essa adesão fortaleceria as indústrias brasileiras, o comércio e também faria do Brasil um dos agentes para influenciar nas regras empresariais que afetam todo o mundo.

O nosso sistema empresarial passaria a seguir as mesmas regras e regulações internacionais, algo que facilitaria consideravelmente a participação do nosso país no comércio com mais países.

O que é a OCDE?

 

 

Para entendermos melhor o que significaria a participação do Brasil nessa organização, precisamos compreender o que ela faz e quais os objetivos.

A OCDE foi criada num cenário em que muitos países estavam devastados pela 2ª Guerra Mundial e tentava implementar o Plano Marshall – Programa de Recuperação Europeia. Foi uma ajuda financeira prestada pelos Estados Unidos para a recuperação desses países. A OCDE foi criada em 1947 e tanto o Canadá quanto os EUA entraram em 1961.

A maioria dos países participantes são considerados desenvolvidos e os outros poucos membros são formados por países emergentes. Estamos falando aqui de países que, além de ter uma grande participação no PIB (Produto Interno Bruto) mundial também possuem um elevado IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

Entre os objetivos da organização temos a estabilidade econômica dos países participantes, melhora do nível de vida da população destes, a busca pelo desenvolvimento econômico e outros.

Quais são as vantagens para o Brasil?

 

 

O comércio brasileiro passará a ser mais organizado, pois seguirá regras já definidas pela OCDE e demais parceiros. Assim, o governo precisará se adequar a esse novo panorama e teríamos um padrão mundial para seguir, o mesmo utilizado pelos países mais ricos do mundo.

Além de melhorar a nossa economia, segundo Robson Andrade CNI, a adesão do nosso país seria extremamente benéfico, pois ofereceria aos outros países mais segurança para realizar comércio conosco. Isso daria mais transparência ao setor público e também aumentará a confiança dos outros países na economia brasileira.

Isso poderia acelerá diversas questões tributárias aqui no Brasil que já estão em pauta e precisam de uma reformulação urgente. Além do mais, ter uma única regra entre diversos países, evitaria problemas em contratos como a ocorrência de dupla tributação ou interpretação da norma que, muitas vezes, pode ser complicada. Com isso, mais acordos internacionais seriam feitos com o nosso país, gerando mais renda e crescimento econômico.

Em maio desse ano, o Brasil já formalizou o seu pedido de adesão à instituição e, para sermos aceitos, os 35 países membros devem aprovar com unanimidade. Há uma boa expectativa para que o pedido seja aprovado ainda em 2017 e, após isso, o nosso país passará por uma avaliação rigorosa de todas as suas políticas públicas.

Se trataria de uma reforma na instituição burocrática brasileira que estamos precisando há muito tempo e assim, contaríamos com a ajuda de outros países que já são membros e que já passaram por essa etapa. Seria um excelente passo para enfrentarmos da melhor maneira os desafios que a economia do século 21 nos impõe.

 

Quem é Eurico Teles, o novo Presidente da Oi

Eurico Teles. Talvez esse nome seja desconhecido para a maioria das pessoas. Mas para aqueles que vivem conectados e têm, de certa forma, alguma relação com as telefonias no país, certamente saberão que esse nome trata-se do nome do novo presidente da Oi.

Eurico de Jesus Teles Neto foi eleito diretor-presidente do grupo de telecomunicações Oi no último dia 27. Eurico Teles já havia assumido, de forma interina, o comanda das ações da empresa, mas desde segunda-feira, 27/11/2017, passou a ser oficialmente, o responsável pelas diretrizes da empresa.

Ele vai ocupar o cargo acumulando com a sua função antiga na empresa, de diretor jurídico.

Quem é Eurico Teles?

Eurico Teles é formado em Ciências Econômicas pela Universidade Católica de Salvador, tendo feito também Bacharel em Direito na mesma faculdade. Após a sua formação, se tornou Gerente da Divisão de Autofinanciamento e Acionista da Telebahia, e, após ter o reconhecimento pelo seu trabalho, foi elevado ao cargo de Gerente de Departamento de Receita.

Não contente e sempre disposto a obter mais conhecimentos, se tornou Chefe de Gabinete na Companhia de Engenharia Rural da Bahia, cargo que ocupou por três anos, até retornar à Telebahia, diretamente para o cargo de Gerente de Assessoria Jurídica.

Em 2000, resolveu fazer o Mestrado em Direito, Direito do Trabalho e Legislação Social na Faculdade Estácio de Sá.

Após finalizar o Mestrado, foi contratado pela Oi para assumir o cargo de Gerente Nacional de Contratos Cível, Trabalhista e Consumidor, cargo que ficou durante três anos, após se destacar e ter o seu nome elevado ao cargo de Diretor Jurídico, onde dirigia até o último dia 27, quando foi eleito por unanimidade para o cargo do Diretor-Presidente da Oi.

Atuando na área jurídica desde 1983, foi, ao longo dos anos, acumulando experiências e vivências que o levaram a ocupar o cargo mais alto de uma das empresas mais importantes do Brasil e a primeira em telefonia no país. Além de fazer parte da empresa Oi desde 1981, é membro do Instituto dos Advogados do Brasil (IAB) e Procurador do Tribunal de Justiça Desportiva.

Por que ele aceitou ser presidente de uma empresa que está em recuperação judicial?

Com toa da a bagagem que adquiriu ao longo dos anos, Eurico Teles é mais do que capaz em recolocar a Oi no seu rumo. Por mais que a empresa tenha afundado numa crise sem fim, a nomeação de Eurico Teles para diretor-presidente mostra que a Oi quer voltar a ser reconhecida como uma empresa que assume os seus compromissos, e mantém a sua credibilidade. Extremamente capaz de reverter situações de crises, Eurico entrou no olho do furacão e, com um pequeno ventilador de mão, já começa a dissipar a ventania, reorganizando a casa e mostrando os caminhos que deverão ser traçados para que a Oi consiga respirar de forma livre e não fique com a corda no pescoço. O fato de ter sido eleito, de forma unânime, por todas as diretorias, mostra que a hora de Eurico Teles chegou e que seu trabalho dará frutos.

Robson de Andrade: O futuro da produção industrial

A tecnologia vem avançando todos os dias e dezenas de inovações são criadas no mundo e no Brasil. Estimular essa área de pesquisa é essencial para o crescimento da indústria brasileira e garantir competitividade a ela frente as empresas internacionais. A ideia é incorporar, em larga escala, a tecnologia ao setor industrial do nosso país.

Assim, vários recursos tecnológicos podem ser incorporados, desde a internet em si, ajudando na programação e controle de tarefas, até outros como big data, inteligência artificial, impressão 3D, manufatura híbrida, robótica avançada e computação na nuvem. Isso é o que se chama de indústria 4.0.

O que é indústria 4.0?

Você já deve ter ouvido falar sobre a tecnologia no setor industrial, mas provavelmente não sabia que isso tinha o nome: é chamado de indústria 4.0. Também conhecida como manufatura avançada, a indústria 4.0 diz respeito à incorporação, ou seja, a fusão do mundo real com o virtual.

Isso já acontece bastante nos setores mais superiores da empresa. A ideia agora é também adicionar essa tecnologia ao chão de fábrica permitindo assim a possibilidade dos clientes e dos gestores da indústria terem, em tempo real, os números da produção. Essa tecnologia também permite a automação, ou seja, interromper o iniciar o maquinário de forma automática, por exemplo.

A indústria 4.0 no mundo e no Brasil

As grandes potências mundiais já investem um grande capital para modernizar suas indústrias e tornar os produtos mais baratos e assim, mais competitivos no mercado. Isso porque a tecnologia tem como uma das vantagens reduzir o custo de mão de obra para as indústrias e assim, o consumidor passa a ter um custo de vida menor.

Isso já ocorre em diversos países como Alemanha, Estados Unidos e China que visa como principal objetivo ser reconhecida como um país altamente industrializado.

Para que o Brasil também possa colocar no mercado produtos finais com preços tão competitivos, é necessário realizar essa transição para a indústria 4.0. Robson de Andrade presidente da CNI, já vem falando sobre o assunto e no ano de 2016 teve como um de seus objetivos chamar a atenção das empresas nacionais para essa mudança tão necessária.

Iniciativas promovidas pela CNI

A primeira dessas iniciativas começou por meio de uma pesquisa que mostra o ainda baixo investimento em tecnologias digitais na indústria brasileira. Além disso, ainda há um profundo desconhecimento sobre o assunto, não apenas pelo setor privado como também pelo governo.

A segunda iniciativa também se baseou em pesquisas. Dessa vez, foi realizado um mapeamento no nosso país sobre os desafios que são enfrentados pelas indústrias nacionais para implementar essa mudança digital. O primeiro passo para que esses desafios sejam removidos é mostrar a importância dessa transição para a indústria 4.0.

Há dois pontos importantes e mais urgentes a serem discutidos. O primeiro ponto é o fato de que empresas que ofereçam essas tecnologias precisem ser instaladas no nosso país. Assim fica mais fácil para as indústrias se modernizarem e também geraria mais empregos.

O segundo ponto é quanto às regras para a implantação dessa tecnologia. Por exemplo, é necessário criar leis sobre a proteção dos dados na internet, a cibersegurança, as relações trabalhistas envolvendo homem e máquina e também a inserção de um novo tipo de profissional no mercado de trabalho.

Não existem empresários que querem se aproveitar de trabalho barato, diz Robson de Andrade CNI

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, comentou em uma entrevista no início de julho que mudanças na legislação trabalhista precisam ser feitas. É uma forma de adequá-la ao novo panorama que o mercado do século 21 exige.

Para isso citou como exemplo a França, um dos países mais desenvolvidos do mundo e que alterou a sua legislação para que a jornada de trabalho semanal pudesse ser de até 60 horas e a diária de 12. Essa possibilidade só ocorre em casos excepcionais e a legislação do país também ajuda a flexibilizar a acordos de trabalho.

A entrevista dada por Robson de Andrade foi o bastante para que a atualização da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) começasse a ser pensada para que ocorram melhorias para a economia e, consequentemente para os trabalhadores.

Mudanças precisam ser feitas

O presidente da CNI visa, na verdade, apenas que ocorra uma flexibilidade nos acordos entre empresas e sindicatos que não necessariamente tenham a ver com aumento ou redução da carga horária de trabalho. Isso melhoraria as relações de trabalho, mas, segundo Andrade, há um entrave por conta do “corporativismo das centrais sindicais” e centrais sindicais não geram empregos.

Para ele, essa visão de que os empresários exploram dos trabalhadores e que querem pagar um salário baixo é atrasada. As empresas entendem hoje que remunerar bem o funcionário aumenta a produtividade, a motivação e o interesse em ser melhor naquilo que faz.

Por que a flexibilidade é um bom caminho

Nesse momento de crise financeira do país e de números alarmantes de desemprego, precisamos pensar em como criá-los. Quando uma legislação dificulta esse panorama, as empresas pensam se vale realmente a pena investir o capital em um país com tanta burocracia trabalhista e acabam instalando suas fábricas e empresas em outro local. Uma mudança na legislação mudaria isso e o Brasil passaria a oferecer mais vagas para sua população.

Atualmente, os trabalhadores são mais instruídos e devidamente capacitados para negociar com as empresas sobre o serviço a ser prestado. Isso já acontece em muitos países e essa flexibilidade acaba gerando mais empregos. Se o Brasil continuar com a rigidez de anos, as empresas daqui deixam de ser competitivas para o mercado lá fora.

Exemplos bem claros disso são países como França e Espanha que se viram obrigados a mudar a forma rígida de sua legislação trabalhista para se tornarem mais competitivos dentro do bloco europeu. Muitas empresas estão preferindo países como Bulgária e Polônia por oferecerem maior flexibilidade nessa relação trabalhista e assim, gerando mais empregos e riquezas nesses locais.

Mudanças na carga horária do trabalhador

Segundo Robson Braga de Andrade, essa carga horária precisa ser flexibilizada porque existem empresas no país que trabalham 44 semanais e outras que trabalham menos. É preciso adaptar os acordos de forma que tanto a empresa quanto o trabalhador saiam ganhando. O problema é que a legislação não respeita esses acordos por mais vantajosos que eles sejam.

Um exemplo muito claro de como essa flexibilidade pode ajudar é no caso de trabalhadores que são contratados para atuar em outro estado. Ele não pretende morar lá, apenas quer trabalhar, ganhar o dinheiro e voltar para casa o mais rápido possível. Se houvesse maior flexibilidade na carga horária, o trabalho poderia ser terminado em menos tempo e de acordo com a disponibilidade do trabalhador.

 

 

 

Ganhar na Loteria – O Livro Negro da Loteria

Você gostaria de se tornar milionário de um dia para a noite? Já jogou na loteria pensando justamente o que faria se ganhasse uma bolada? Então, este artigo é para você.

Você já ouviu falar do livro negro da loteria? Este livro irá ajudar você a conseguir alcançar seus sonhos por meio de jogos na loteria. Com as técnicas informadas no livro, você não vai ganhar somente uma vez, mas várias.

O que é o Livro Negro da Loteria?

O Livro Negro da Loteria é um guia, por muitos é considerado um manual, que foi projetado por Matheus B após anos de estudo, que teve como finalidade, descobrir como ganhar na loteria.

Este livro contém a fórmula mágica para que você também se torne um dos ganhadores da loteria, podendo inclusive, ganhar o prêmio máximo.

Este livro traz o passo a passo a ser seguido para a obtenção de êxito e fazer com que você possa realizar todos os seus sonhos e o melhor de tudo, estará ganhando facilmente dinheiro de forma lícita. Não é maravilhoso?

Como surgiu a ideia de fazer o Livro Negro da Loteria?

Matheus B. tinha um emprego, porém o que recebia, não era possível proporcionar o conforto que desejava para sua família e constantemente, ele fazia apostas na loteria com o pensamento de um dia ser um dos sortudos, porém isso nunca acontecia e ele, como um especialista em estatística, resolveu de uma vez por todas, conseguir decifrar o segredo para ganhar na loteria.

A pergunta que você deve estar se fazendo agora é: Como ele descobriu a fórmula mágica para ganhar na loteria? Pois bem, não foi fácil conseguir chegar a esta descoberta.

Ele analisou por anos os vários ganhadores do prêmio máximo, entrevistando o máximo que podia, até que percebeu que cada um utilizava uma fórmula diferente. Matheus B. como um grande estudioso de estatística, analisou todos os detalhes, chegando a um elemento comum e ao fazer os testes, conseguiu ganhar a primeira vez, depois a segunda e mais vezes.

E por que ele quer passar estas dicas para outras pessoas?

Por que ela sabe muito bem como é querer propiciar conforto para a família e não ter condições, mesmo trabalhando de forma árdua. Além disso, ele quer permitir que todos tenham a mesma sensação que ele teve, ao ganhar de forma lícita uma boa quantidade de dinheiro e com isso, poder realizar seus sonhos e de sua família.

Qual é a fórmula mágica?

Na verdade, é necessário que você siga exatamente o disposto nas três etapas.

1ª etapa – Você tem que escolher qual loteria que você pretende jogar e poderá apostar somente nela, pois caso contrário, não conseguirá êxito.

2ª etapa – Você terá que aprender a fórmula mestre e com isso realizar os cálculos para encontrar os números que serão os sorteados.

3ª etapa – Fazer as etapas anteriores de nada adiantaria se você não comprar o bilhete. Então a terceira etapa é justamente esta, fazer o jogo.

Por reformas, CNI e CNT defendem permanência de Meirelles

Com a atual crise política, existe uma possibilidade da agenda de reformas ser danificada. Para evitar que isso ocorra, líderes de importantes setores da economia defendem a continuidade de votações no Congresso e o mantimento da atual equipe do setor. Isso porque, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), a saída da recessão não pode ser dificultada pela crise política.

Para Robson Andrade, presidente da CNI, o Congresso deve prosseguir fazendo as votações das medidas econômicas que já foram pautas. O país não pode parar, e medidas como as reformas política e trabalhista, e a convalidação de estímulos tributários para combater a “guerra fiscal” dos Estados; por exemplo, necessitam apenas de maioria simples nos votos.

O presidente da CNI ainda apoia o trabalho de ajuste de contas feito pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

É importante pontuar que não só o trabalho do ministro vem sido elogiado e defendido. O presidente da CNT, Clésio Andrade, por sua vez defende o presidente Michel Temer e a sua aptidão de permanecer no cargo, afinal, quaisquer interrupção do atual governo pode acarretar o programa de concessões da infraestrutura, que se faz extremamente necessário no país.

Entenda o projeto que dá sobrevida à guerra fiscal entre Estados

O projeto aprovado determina que seja estendido por 15 anos, boa parte dos incentivos fiscais outorgados por Estados para atrair corporações.

Esta medida legaliza alguns benefícios outorgados ilegalmente, frequentemente tratados como “guerra fiscal”. O projeto possibilita aos Estados a manutenção intacta por até 15 anos da diminuição de impostos concedidos para atrair indústrias e companhias de agropecuária e infraestrutura rodoviária, ferroviária, aquaviária, aeroportuária, portuária e transporte urbano.  Já nos demais setores, haverá uma redução gradual e a extinção do benefício em um menor tempo.

É importante ressaltar que, o projeto decide ainda que os Estados que conferirem novos incentivos sem o cumprimento das regras, sofrerão sanções, como por exemplo, a suspensão do repasse de verbas a que possui direito na separação do bolo tributário.

Reforma Trabalhista: O que será mudado?

A reforma trabalhista conta com diversas alterações, que vão desde mudanças como a prevalência da negociação entre contratantes e funcionários sobre o legislado nos acordos trabalhistas.

Uma pauta que gerou bastante polêmica e até mesmo preocupação por parte da população brasileira, é preciso enfatizar que a reforma trabalhista não visa acabar com os direitos do trabalhador, pelo contrário.

O principal objetivo está em estabelecer melhorias em determinados pontos, privilegiando também as negociações diretas entre patrões e funcionários. Isso significa que estas mudanças são de interesse mútuo, diferente do que muito tem se falado erroneamente.

Algumas das propostas são: A criação da figura do autônomo exclusivo. Ou seja, o indivíduo atuante como autônomo poderá prestar seus serviços para um único empregador de modo contínuo, mas sem uma afirmação de vínculo.

Podemos citar também sobre a questão da contribuição sindical. Hoje, ela é descontada obrigatoriamente da folha de pagamento do funcionário, sejam eles sindicalizados ou não. Com a proposta, a contribuição passa a ser facultativa. Em outras palavras: Paga quem quer.

Indústria critica aumento de imposto sobre combustíveis, Robson Andrade CNI

Entidades empresarias como a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e a Federação das Indústrias do Estado do rio de Janeiro (Firjan) reprovaram o crescimento das porcentagens do PIS/Cofins para combustíveis como o diesel, etanol e gasolina.

O acréscimo será para as refinarias e importadores e, no caso específico do etanol, para produtores e distribuidores, e será passado aos postos de combustíveis. Todavia, caberá aos donos dos postos a decisão de repassar toda a alta para as bombas, ou seja, para os consumidores.

De acordo com a Firjan, a solução para reverter a crise fiscal não está em aumentar o preço dos impostos e sim adequar os gastos públicos, especialmente através de reformas. Para Robson de Andrade, Presidente da CNI, o crescimento da tributação viria a gerar dificuldades no cenário industrial, sendo preciso então, o desenvolvimento de um texto para tributações no Brasil.

“O País precisa de reformas, e não de mais impostos. Além de um teto para os gastos, o Brasil necessita de um teto para os impostos. Não é o momento de onerar o custo do transporte e da produção para as indústrias, que tentam sobreviver à pior recessão da história”, justifica a nota da Firjan.

Além disso, a Federação defende a medida de contribuição para o fechamento de mais companhias. Isso significa que, na prática, representaria novos acréscimos de impostos, podendo resultar em quedas, e não na elevação da arrecadação, simplesmente pela razão do próprio fisco estar expulsando os colaboradores da base de arrecadação tributária.

Já no Estado de São Paulo, o Impostômetro chegou a anunciar o marco de R$ 1,2 trilhão. De acordo com a Associação Comercial de São Paulo, (o ACSP), o apontamento será realizado com 20 dias de antecedência ao do ano anterior, quando o valor foi batido apenas em agosto.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, acredita que a elevação de mais um imposto irá sufocar a sociedade. Além do mais, o aumento do imposto sobre combustíveis não irá solucionar a crise.

Na verdade, ela remete ao contrário. A crise viria a se agravar bem no instante em que a atividade econômica dá seus primeiros sinais de uma retomada, sobre os impactos positivos na arrecadação de junho.

Skaf afirma que o caminho certo para driblar a crise é eliminando os gastos, aumentar a eficácia e diminuir o desperdício.

Já o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que também não é a favor do aumento do imposto, declarou: “Aumento sobre combustível sempre tem impacto no transporte e onera todas as cadeias produtivas. O ideal sempre é cortar gastos para poder evitar aumento de impostos, porque sempre que você está aumentando impostos, está reduzindo desenvolvimento e atividade econômica”,

Para ele, este crescimento tributário sobre os combustíveis, principalmente o diesel, traz um impacto na cadeia produtiva. Portanto, o ideal é o corte de dados, para que assim as metas fiscais sejam atingidas.

Segundo a equipe econômica, esta elevação dos tributos sobre os combustíveis irá resultar, durante o resto do ano, uma receita extra de R$ 10,4 bilhões.

Como começar um e-commerce passo a passo

Com o país em crise, a maioria das pessoas está cada vez mais em busca de novas oportunidades, onde eles possam ter a sua própria empresa e garantir uma vida com mais tranquilidade, inclusive financeira.
Ter um negócio próprio, apesar de ser o sonho de muitas pessoas, não é uma tarefa fácil e simples, pelo contrário, isso exige muito mais trabalho e dedicação, já que o negócio estará iniciando e precisará ocupar o seu lugar no mercado, e o mesmo acontece com o e-commerce.

Algumas pessoas acreditam que começar um e-commerce é muito mais simples do que abrir uma loja física, e que o sucesso já estará garantido, mas a realidade é muito diferente. Começar um e-commerce exige muito trabalho, estudo e pesquisa, principalmente se você pretende ter um negócio de sucesso.

Aprenda a começar um e-commerce

  • Existem alguns pontos que são cruciais para quem deseja ter uma loja virtual e não saber ao certo por onde começar.
    Montar um e-commerce não é apenas definir um layout para o site, isso não é nem ao menos a parte mais importante. Se você quer montar um e-commerce, esqueça o site e o layout por enquanto, foque a sua energia em outras atividades que são mais importantes;
  • A primeira coisa a ser levada em consideração é o tipo de negócio que você pretende ter. Você deve definir o tipo de produto que você irá comercializar e pesquisar a respeito dele antes de fazer a sai escolha definitiva. Esqueça a ideia de trabalhar com diversos nichos diferentes, segundo pesquisar realizadas, a maioria das lojas virtuais que fazem sucesso são aquelas que têm um nicho definido;
  • Quando você já tiver em mente o que você pretende vender, é necessário que você estude um pouco a respeito do seu público alvo e de quem serão os seus clientes. Esse passo será fundamental para que você possa montar uma estratégia de marketing que irá apresentar bons resultados;
  • Você deverá procurar a prefeitura da sua cidade e verificar quais os critérios que você deverá seguir para montar o seu e-commerce;
  • Defina uma estratégia de marketing logo no início e vá adaptando conforme a sua necessidade. Esse é o ponto fundamental para que a sua loja virtual apareça e para que os clientes saibam que ela existe;
    Você precisa pesquisar a respeito das formas de pagamento que você irá aceitar, assim como o frete que será utilizado. Muitos produtos podem ser entregues pelos correios, mas é importante que você já tenha em mente uma alternativa, caso seja necessário;
  • Defina o que você quer no layout do seu e-commerce. Existem empresas que realizam esse serviço para você, mas caso você mesmo queira fazer, é importante que o layout da sua loja virtual seja simples e que o cliente tenha sempre muita facilidade para pesquisar os produtos e fazer a sua compra. Você pode ter um site completo, mas isso não precisa ser necessariamente complexo e difícil de ser utilizado pelos seus clientes.